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	<title>Comentários para Blog do Tucci</title>
	<link>http://blog.rhama.net</link>
	<description>Apresenta comentários e informações sobre recursos hídricos e meio ambiente</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:14:05 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Comentário em PREVISÃO HIDROLÓGICA por Cláudia</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2010/02/27/previsao-hidrologica/#comment-2658</link>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2010/02/27/previsao-hidrologica/#comment-2658</guid>
					<description>Prezado prof. Tucci,
Gostaria de felicitá-lo pelo Blog, pois ai procurar algumas informações sobre energia na web, consegui sanar dúvidas sobre vários assuntos!
Eu teria como sugestão de assunto: regionalização de vazões para pequenas bacias.
Obrigada.
Att, Cláudia, orientada de mestrado da prof(a) Eloiza Paiva - UFSM.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado prof. Tucci,<br />
Gostaria de felicitá-lo pelo Blog, pois ai procurar algumas informações sobre energia na web, consegui sanar dúvidas sobre vários assuntos!<br />
Eu teria como sugestão de assunto: regionalização de vazões para pequenas bacias.<br />
Obrigada.<br />
Att, Cláudia, orientada de mestrado da prof(a) Eloiza Paiva - UFSM.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em SIMULAÇÃO DO RIO PARAGUAI E PANTANAL por Wanly Pereira Arantes</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2010/02/21/simulacao-do-rio-paraguai-e-pantanal/#comment-2634</link>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 23:29:23 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2010/02/21/simulacao-do-rio-paraguai-e-pantanal/#comment-2634</guid>
					<description>Gostaria de ler o conteúdo da tese,pois somos da região e estamos trabalhando num projeto de definição de APP's na região da Nhecolândia,no Pantanal</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de ler o conteúdo da tese,pois somos da região e estamos trabalhando num projeto de definição de APP&#8217;s na região da Nhecolândia,no Pantanal
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em BALANÇO HÍDRICO por Cris</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2009/10/18/balanco-hidrico/#comment-2632</link>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 20:39:18 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2009/10/18/balanco-hidrico/#comment-2632</guid>
					<description>Prezado Tucci, 

Eu escrevi alguns dias atrás, sobre a disponibilidade hídrica de uma bacia. Pois bem, eu faço a curva de permanência para cada estação fluviométrica estudada? è isso? como é um modelo chuva-vazao, onde q eu entro com os dados pluviométricos mensais? ou melhor, como correlaciono os dados de chuva com a curva de permanência? desculpa até a falta de conhecimento, mas é uma áea nova pra mim e tenho muitas dúvidas. Eu posso fazer essa curva no Arcview (eu trabalho com ele)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Tucci, </p>
<p>Eu escrevi alguns dias atrás, sobre a disponibilidade hídrica de uma bacia. Pois bem, eu faço a curva de permanência para cada estação fluviométrica estudada? è isso? como é um modelo chuva-vazao, onde q eu entro com os dados pluviométricos mensais? ou melhor, como correlaciono os dados de chuva com a curva de permanência? desculpa até a falta de conhecimento, mas é uma áea nova pra mim e tenho muitas dúvidas. Eu posso fazer essa curva no Arcview (eu trabalho com ele)?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em PREVISÃO HIDROLÓGICA por Silvia Marie Ikemoto</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2010/02/27/previsao-hidrologica/#comment-2610</link>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 12:05:46 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2010/02/27/previsao-hidrologica/#comment-2610</guid>
					<description>Caro Tucci,

Faço a sugestão de permitir a inscrição do blog por acompanhamento por RSS (feed). Assim, permite aos leitores acompanharem os posts do blog lidos e não lidos, além de tornar a leitura mais dinâmica e prática. 

Att,

Marie

Como faço isto? não sou um bom conhecedor do sistema. De qualquer forma vou também verificar com o provedor. Obrigado pela recomendação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tucci,</p>
<p>Faço a sugestão de permitir a inscrição do blog por acompanhamento por RSS (feed). Assim, permite aos leitores acompanharem os posts do blog lidos e não lidos, além de tornar a leitura mais dinâmica e prática. </p>
<p>Att,</p>
<p>Marie</p>
<p>Como faço isto? não sou um bom conhecedor do sistema. De qualquer forma vou também verificar com o provedor. Obrigado pela recomendação.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em BALANÇO HÍDRICO por Cris</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2009/10/18/balanco-hidrico/#comment-2570</link>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 20:30:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2009/10/18/balanco-hidrico/#comment-2570</guid>
					<description>Prof. estou fazendo um trabalho de disponibilidade hidrica de uma microbacia, com a pastagem sendo a cobertura vegetal. E tenho os dados de precipitação e de vazão (por estações fluviométricas) e tenho algumas dúvidas: a krigagem (para construir as isoietas) é com a precipitação média mensal ou anual? Vou fazer a mesma coisa pra vazão ta (ou seja, fazer uma isoieta? Outra coisa com os dados de precipitação e vazâo, um menos o outro eu consigo determinar a disponibilidade hídrica?

Cris

Depende do objetivo do uso da informação gerada. Caso a disponibilidade hídrica seja estimada apenas para ter uma idéia dos valores médios de longo período, você pode utilizar valores mensais. No caso de um projeto específico, onde necessita de conhecer a disponibilidade para projetar o uso, você necessita de valores diários, se não houver reservatório envolvindo.  
A vazão é a integradora de uma bacia, a precipitação é um valor pontual de um determinado local, portanto não existe isoieta de vazão. Se você tiver vários postos com vazão talvez seja possível estabelecer isolíneas de vazões específicas, mas acho que não é o seu caso. O uso da relação chuva - vazão tem a finalidade de permitir conhecer o balanço hídrico e extrapolar a série de vazões para períodos onde não existe valores de vazão. Se a sua série de vazões for longa e seu objetivo é apenas a disponibilidade hídrica, basta preparar a curva de permanência dos valores de vazões (relaciona vazão e % no tempo dos valores maiores da vazão), permitirá conhecer a sua disponibilidade hídrica como percentagem do tempo. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prof. estou fazendo um trabalho de disponibilidade hidrica de uma microbacia, com a pastagem sendo a cobertura vegetal. E tenho os dados de precipitação e de vazão (por estações fluviométricas) e tenho algumas dúvidas: a krigagem (para construir as isoietas) é com a precipitação média mensal ou anual? Vou fazer a mesma coisa pra vazão ta (ou seja, fazer uma isoieta? Outra coisa com os dados de precipitação e vazâo, um menos o outro eu consigo determinar a disponibilidade hídrica?</p>
<p>Cris</p>
<p>Depende do objetivo do uso da informação gerada. Caso a disponibilidade hídrica seja estimada apenas para ter uma idéia dos valores médios de longo período, você pode utilizar valores mensais. No caso de um projeto específico, onde necessita de conhecer a disponibilidade para projetar o uso, você necessita de valores diários, se não houver reservatório envolvindo.<br />
A vazão é a integradora de uma bacia, a precipitação é um valor pontual de um determinado local, portanto não existe isoieta de vazão. Se você tiver vários postos com vazão talvez seja possível estabelecer isolíneas de vazões específicas, mas acho que não é o seu caso. O uso da relação chuva - vazão tem a finalidade de permitir conhecer o balanço hídrico e extrapolar a série de vazões para períodos onde não existe valores de vazão. Se a sua série de vazões for longa e seu objetivo é apenas a disponibilidade hídrica, basta preparar a curva de permanência dos valores de vazões (relaciona vazão e % no tempo dos valores maiores da vazão), permitirá conhecer a sua disponibilidade hídrica como percentagem do tempo.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em Como preservar os mananciais? por Jackson R. Burtet</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2007/11/03/como-preservar-os-mananciais/#comment-2548</link>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 23:21:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2007/11/03/como-preservar-os-mananciais/#comment-2548</guid>
					<description>Minha cidade está sofrendo um problema parecido com a contaminação do afluente e o reservatório de água.Meu TCC é voltado nessa área, mas minha maior dificuldade é encontrar texto relacionados à esse assunto.Parabens e obrigado pelas informações contidas no texto.

Este é o que chamo de ciclo de contaminação. As cidades se expandem e contaminam as fontes de mananciais. Os mananciais são áreas de proteção, mas somente a legislação não é suficiente para controlar este problema. Gestões inteligentes e mecanismos econômicos de incentivos e uso da contribuição por serviços ambientes previne este tipo de problema. Para os existentes é necessário o tratamento de esgoto. Tratei deste assunto em algumas matérias ao longo destes últimos dois anos. 
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha cidade está sofrendo um problema parecido com a contaminação do afluente e o reservatório de água.Meu TCC é voltado nessa área, mas minha maior dificuldade é encontrar texto relacionados à esse assunto.Parabens e obrigado pelas informações contidas no texto.</p>
<p>Este é o que chamo de ciclo de contaminação. As cidades se expandem e contaminam as fontes de mananciais. Os mananciais são áreas de proteção, mas somente a legislação não é suficiente para controlar este problema. Gestões inteligentes e mecanismos econômicos de incentivos e uso da contribuição por serviços ambientes previne este tipo de problema. Para os existentes é necessário o tratamento de esgoto. Tratei deste assunto em algumas matérias ao longo destes últimos dois anos.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em ROMPIMENTO DA BARRAGEM NO PIAUÍ por João Macêdo</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2009/05/31/rompimento-da-barragem-no-piaui/#comment-2517</link>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2010 00:14:44 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2009/05/31/rompimento-da-barragem-no-piaui/#comment-2517</guid>
					<description>Ótima reflexão, professor.
Sou do Piauí e observei que mesmo após esta catástrofe não foram tomadas maiores precauções quanto à vistorias preventivas nas barragens da região.
O proposta de simulação de cenários de rompimento para barragens de pequeno e médio porte é de grande valor.
Sou engenheiro civil, mestrando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela rede PRODEMA, com pesquisa na área de drenagem urbana. Contudo, acho que este campo de estudo de cenários de rompimento de pequenas e médias barragens (numerosamente existentes nos estados do Piauí e Ceará) deveria ser mais bem explorado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima reflexão, professor.<br />
Sou do Piauí e observei que mesmo após esta catástrofe não foram tomadas maiores precauções quanto à vistorias preventivas nas barragens da região.<br />
O proposta de simulação de cenários de rompimento para barragens de pequeno e médio porte é de grande valor.<br />
Sou engenheiro civil, mestrando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela rede PRODEMA, com pesquisa na área de drenagem urbana. Contudo, acho que este campo de estudo de cenários de rompimento de pequenas e médias barragens (numerosamente existentes nos estados do Piauí e Ceará) deveria ser mais bem explorado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DOS EVENTOS DE CHUVA URBANA por Rogério Maestri</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2010/02/07/condicoes-climaticas-dos-eventos-de-chuva-urbana/#comment-2433</link>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 01:55:18 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2010/02/07/condicoes-climaticas-dos-eventos-de-chuva-urbana/#comment-2433</guid>
					<description>Caro Tucci

De longa data os hidrólogos sabem que as séries não são constantes, que simplesmente dentro do período de observação elas se comportam de maneiras mais ou menos estáveis. 
Se olharmos as variabilidades de fenômenos como o ENSO (El Niño Southern Oscillation), PDO (Pacific Decadal Oscillation), AMO (Atlantic Multidecadal Oscillation) bem como a atividade solar, veremos que estes fenômenos como um todo apresentam ciclos com várias harmônicas.
O El Niño perece ser uma espécie de “l’enfant terrible” desses grandes fenômenos meteorológicos, ele se manifesta intensamente com vigor e ciclos curtos sem pedir autorização para qualquer adulto, como era de se esperar.
Porém se olharmos atrás deste menino veremos a mão de seus progenitores, veremos a oscilação decadal do pacífico lhe dando uma cobertura como uma boa mãe. Algumas vezes, como todo bom “l’enfant terrible” o menino fala quando não era devido, ou se cala no momento que tinha que falar, tudo dentro da lógica das crianças, na maior parte do tempo se comporta como esperamos, mas algumas vezes...
Assim como temos a mãe desta criança, temos a o avô todo poderoso que dita em função de seus ciclos o clima de toda a Terra. Este avô, como já deves estar pensando, é o sol, com todas as suas características de longa duração que é quase uma incógnita para nós que não conhecemos as travessuras deste ancião na sua juventude.
Como o que conhecemos bem são as travessuras do nosso menino, detectamos dois ou três ciclos da mãe do menino, e pouco se sabe da vida pregressa do avô (manchas solares são um índice muito fraco), sabemos somente algumas harmônicas dos nossos registros. Se não sabemos como se comportam os ciclos maiores (só uma noção aproximada dos períodos glaciais e interglaciais, com erros de alguns milhares de anos) ficamos limitados a esperar maiores conhecimentos para prever o futuro.
Estou insistindo neste ponto, pois vi que no teu texto começas a falar de modelos de previsão, modelos estes que não estão prevendo nada nos últimos treze anos (1986 -2009), e acho (neste ponto coloco um acho!) que a falha está simplesmente no desconhecimento e ignorância dos grandes ciclos. Os meteorologistas atribuem tudo ao El Niño, como este fosse um ET desvinculado de tudo e aparecesse por ordem divina. O El Niño tem uma origem, se não sabemos é outro problema, mas temos simplesmente não utilizá-lo como uma assombração que aparece por vontade divina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Tucci</p>
<p>De longa data os hidrólogos sabem que as séries não são constantes, que simplesmente dentro do período de observação elas se comportam de maneiras mais ou menos estáveis.<br />
Se olharmos as variabilidades de fenômenos como o ENSO (El Niño Southern Oscillation), PDO (Pacific Decadal Oscillation), AMO (Atlantic Multidecadal Oscillation) bem como a atividade solar, veremos que estes fenômenos como um todo apresentam ciclos com várias harmônicas.<br />
O El Niño perece ser uma espécie de “l’enfant terrible” desses grandes fenômenos meteorológicos, ele se manifesta intensamente com vigor e ciclos curtos sem pedir autorização para qualquer adulto, como era de se esperar.<br />
Porém se olharmos atrás deste menino veremos a mão de seus progenitores, veremos a oscilação decadal do pacífico lhe dando uma cobertura como uma boa mãe. Algumas vezes, como todo bom “l’enfant terrible” o menino fala quando não era devido, ou se cala no momento que tinha que falar, tudo dentro da lógica das crianças, na maior parte do tempo se comporta como esperamos, mas algumas vezes&#8230;<br />
Assim como temos a mãe desta criança, temos a o avô todo poderoso que dita em função de seus ciclos o clima de toda a Terra. Este avô, como já deves estar pensando, é o sol, com todas as suas características de longa duração que é quase uma incógnita para nós que não conhecemos as travessuras deste ancião na sua juventude.<br />
Como o que conhecemos bem são as travessuras do nosso menino, detectamos dois ou três ciclos da mãe do menino, e pouco se sabe da vida pregressa do avô (manchas solares são um índice muito fraco), sabemos somente algumas harmônicas dos nossos registros. Se não sabemos como se comportam os ciclos maiores (só uma noção aproximada dos períodos glaciais e interglaciais, com erros de alguns milhares de anos) ficamos limitados a esperar maiores conhecimentos para prever o futuro.<br />
Estou insistindo neste ponto, pois vi que no teu texto começas a falar de modelos de previsão, modelos estes que não estão prevendo nada nos últimos treze anos (1986 -2009), e acho (neste ponto coloco um acho!) que a falha está simplesmente no desconhecimento e ignorância dos grandes ciclos. Os meteorologistas atribuem tudo ao El Niño, como este fosse um ET desvinculado de tudo e aparecesse por ordem divina. O El Niño tem uma origem, se não sabemos é outro problema, mas temos simplesmente não utilizá-lo como uma assombração que aparece por vontade divina.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em A URBANIZAÇÃO QUE PRODUZ INUNDAÇÃO por Analu</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2010/01/31/a-urbanizacao-que-produz-inundacao/#comment-2415</link>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 20:12:43 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2010/01/31/a-urbanizacao-que-produz-inundacao/#comment-2415</guid>
					<description>Caro professor Tucci. O que você sugere ao público leigo para agir sobre o assunto? Moro em Brasília e quero fazer algo com meus amigos que não são da área ambiental. Nossas enxurradas ainda não levam vidas, mas já podemos encontrar até mesmo pedaços de mobília e carros nos pequenos rios daqui. Fora isso, compreendo a nossa parcela de responsabilidade com a impermeabilização do solo e a água que chega até São Paulo.
Atenciosamente,

Analu
Doutoranda em Ciências Ambientais, pela UFG.

No ano passado em Brasilia foi preparado o Plano de Drenagem Urbana onde foi previsto que as novas construções devem manter a vazão de pré-desenvolvimento. Isto está em implementação. Para as construções existente deverão ser realizados projetos que controle das inundações já existentes. Este processo está em andamento com a NOVACAP sendo o prestador de serviço e a ADASA a agência reguladora como prevê a legislação de 2008. Esperamos que isto seja efetivamente implementado. Do ponto de vista de iniciativa individual, deve-se sempre procurar a nível de cada empreendimento fazer com que a água infiltre para recarregar o aquífero e diminuir a vazão, retornado ao ciclo hidrológico natural. Isto é possóvel e fica mais barato que as soluções atuais, usando a drenagem para gramados e áreas verdes, uso de pavimento permeável, entre outros. Procure na literatura inglêsa por sustentable stormwater, Low impact development.   </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro professor Tucci. O que você sugere ao público leigo para agir sobre o assunto? Moro em Brasília e quero fazer algo com meus amigos que não são da área ambiental. Nossas enxurradas ainda não levam vidas, mas já podemos encontrar até mesmo pedaços de mobília e carros nos pequenos rios daqui. Fora isso, compreendo a nossa parcela de responsabilidade com a impermeabilização do solo e a água que chega até São Paulo.<br />
Atenciosamente,</p>
<p>Analu<br />
Doutoranda em Ciências Ambientais, pela UFG.</p>
<p>No ano passado em Brasilia foi preparado o Plano de Drenagem Urbana onde foi previsto que as novas construções devem manter a vazão de pré-desenvolvimento. Isto está em implementação. Para as construções existente deverão ser realizados projetos que controle das inundações já existentes. Este processo está em andamento com a NOVACAP sendo o prestador de serviço e a ADASA a agência reguladora como prevê a legislação de 2008. Esperamos que isto seja efetivamente implementado. Do ponto de vista de iniciativa individual, deve-se sempre procurar a nível de cada empreendimento fazer com que a água infiltre para recarregar o aquífero e diminuir a vazão, retornado ao ciclo hidrológico natural. Isto é possóvel e fica mais barato que as soluções atuais, usando a drenagem para gramados e áreas verdes, uso de pavimento permeável, entre outros. Procure na literatura inglêsa por sustentable stormwater, Low impact development.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>Comentário em A URBANIZAÇÃO QUE PRODUZ INUNDAÇÃO por Ray Pinheiro Alves</title>
		<link>http://blog.rhama.net/2010/01/31/a-urbanizacao-que-produz-inundacao/#comment-2370</link>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 16:37:20 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.rhama.net/2010/01/31/a-urbanizacao-que-produz-inundacao/#comment-2370</guid>
					<description>Olá professor Tucci, sou graduando em Gestão Ambiental pela Universidade de Brasília e tenho acompanhado o seu blog. Parabéns pelo profissionalismo e paixão que demonstra. Gostaria de saber se há algum e-mail para entrar em contato com o senhor, pois gostaria de lhe perguntar algumas coisas.

Atenciosamente,

Ray Pinheiro Alves

Meu mail é  tucci@rhama.net</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá professor Tucci, sou graduando em Gestão Ambiental pela Universidade de Brasília e tenho acompanhado o seu blog. Parabéns pelo profissionalismo e paixão que demonstra. Gostaria de saber se há algum e-mail para entrar em contato com o senhor, pois gostaria de lhe perguntar algumas coisas.</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Ray Pinheiro Alves</p>
<p>Meu mail é  <a href="mailto:tucci@rhama.net">tucci@rhama.net</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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